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Filho de Manoel José da Fonseca e Hedwiges Gondim, Manoel José Gondin (por vezes, grafado Gondim, com "m") da Fonseca nasceu no Rio de Janeiro no dia 1º de março de 1899 e faleceu também no Rio, em 22 de julho de 1977.
Escritor, jornalista, historiador, biógrafo, poeta. Estudou em Coimbra. De agosto de 1950 a agosto de 1954, assinou diariamente a coluna Imprensa em Revista, na "Folha da Noite", onde era um crítico contundente e mordaz dos jornais e figurões da época. Sua última coluna foi publicada na segunda página um dia depois do suicídio de Getúlio Vargas (em 24 de agosto de 1954). Dirigiu "O Seminário", jornal nacionalista extinto em 1964, quando, então, Gondin caiu no esquecimento.
Vendeu quase 1 milhão de exemplares de suas obras, entre as quais citamos: "Santos Dumont", de 1940; "Camilo compreendido", de 1953; "Senhor Deus dos desgraçados!", de 1958; "Que sabe você sobre petróleo?", de 1955; "Biografia do jornalismo carioca"; "História de João Miudinho"; "Camões e Miraguarda - Uma Biografia Interpretativa", de 1961; "Assim falou Julião", de 1962; "Os Gorilas, o Povo, e a Reforma Agrária", de 1963; "A vida de José Bonifácio", de 1963; "Poemas da Angústia Alheia"; "Eça de Queiroz - Uma Biografia Pioneira", de 1970; "José Maria Whitaker", de 1972; "Machado de Assis e o Hipopótamo" de 1974; dentre outras.

Fonte: Colégio Brasileiro de Genealogia (www.cbg.org.br) e www.nemesiosilva.com.br
Foto: Jader Neves/Última Hora (www.arquivoestado.sp.gov.br)

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